sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Procissão

Pra quem pensa que em nossa pós-modernidade não se fazem mais procissões. Digo-lhes é um baita engano.
Todo o dia pela manhã é a mesma sina.
Lá vamos nós, trabalhadores, estudantes, pastores e oportunistas caminhando rumo a destinos variados.
A cada estação, o ritual é o mesmo. Saracuruna, Gramacho, Bangu....
Moça!? Compra o meu chiclete, pra me ajudar. É a fala da jovenzinha tentando me cativar.
Jesus mandou eu pregar para vcs irmãos! Esse é o pastor, Paulo, Antonio e João... São muitos, que berram diariamente, na tentativa de salvar mais uma alma. São homens simples, alguns de terno e gravata.
Sem contar o sanfoneiro, esse é bem antigo, com sua música envolvente sempre arruma um trocado.
Lá estou eu caminhando, subindo os degraus para mais uma jornada.
Atenção! Ao descer, olhe atentamente para espaço entre o vagão e a plataforma!

domingo, 21 de setembro de 2008

Saudades d quem nem sabe

Meu coração não se cansa de ter esperança de um dia ser todo seu, meu coração quer guardar o mundo enfim...
Essas coisas são tão repentinas q nem sei por q ainda insisto em continuar escrevendo.
O sentimento é tão de repente q as vezes dedico mais da metade do meu dia em ser vc.
Se você soubesse e se eu pudesse.
Já nem sei se quando eu decidir, o tempo vai permitir.
A impressão q tenho é q se faz tão presente.
Uma vez me disse.. Alice que o sonho seria eterno.
Não quero perder o q vivemos, não quero esquecer o q um dia se planejou.
Tão bom relembrar cada canção, seja quando for...
Lá sentamos, mesmo sendo um risco, eu passei um tempão, mais até de uma hora só para ouvir ocê dizer t eu amo. Mesmo fingindo não querer ouvir.
Como é confusa a mente humana, como é medrosa essa q não é sua.
O dedo digita mais uma mensagem q nem sempre é enviada.
A voz sai tremula e o toque não vem, será q um dia vamos poder nos falar.
Aí q saudade da aurora da minha vida.

Pura emoção!!! Eternamente Betinho

Maria é o meu coquetel, sem ela estaria lá no São João Batista sofrendo o frio e a eternidade. Ela passa por cima da AIDS e a transforma numa doença banal, como todas as outras, que mata do seu modo e às vezes até mais rápido. Ela é um coquetel sem efeitos colaterais.

Um dos maiores problemas da AIDS é o sexo. Ter relações com todos os cuidados ou não ter? Todos os cuidados são suficientes, e seguros, ou contêm riscos que não se deve correr com a pessoa que se ama?

Passamos por todas as fases, desde o sexo com uma e duas camisinhas, até sem nenhum, só carinho. Preferi a segurança total ao mínimo de risco. Parei, paramos e sem dramas, com carências, mas sem dramas, como se fosse viver contrariando tudo que aprendemos como homem e mulher. Vivemos a sensualidade da música, da boa comida, da literatura, da invenção, dos pequenos prazeres e da paz. Descobri que é possível e que se pode esperar o dia da cura para se voltar àquelas noites. Tomara que a cura venha a tempo. Viver é muito mais do que fazer sexo, temos milhares de órgãos sexuais espalhados por toda parte e não só onde quase todo o mundo pensa que está localizado.

Mas para se viver isso é necessário que Maria também sinta assim e seja capaz de viver essa metamorfose, como foi.

domingo, 27 de julho de 2008

Sobre sexo, amor e amizade...

Pensei em falar de experiências... de sonhos... e desejos... Daí li uma mensagem de uma amiga de muitos anos, mas a saudade foi tão grande, a ansiedade maior ainda. De repente...
Sim. Não vou fazer referências, pois não vale a pena.
O tempo que eu não tinha nada pra fazer...
Assitir ao Sem Censura era minha maior diversão!
Não quero mais falar. Relamente não vale à pena.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Ciúmes

Krak!
Nem sei q sentimento é esse?
Saudade do q nem sei, medo de perder o q não tenho, ou talvez nunca tive.
Ciúmes? Sim. Sempre. De amigos, família, namorado, paqueras e por q não pensamentos.
Como vc meu mundo ficaria completo, já disse o Nandinho, o Reis.
Vida q passa rápido, medo q não me abandona e tempo, esse já parei de contar.
Existe luz? Luiza Luz
Luz Luiza Luz, andança quero mergulhar novamente.
Agora falta bem pouco. 6 meses pra trazer mais precisão!

domingo, 18 de maio de 2008

Lenine charme e simpatia...Quase amor!

Mais um pedido realizado... Se bem q acho q você já está preparado para tomar posse da escrita.
Nossa quase autonomia foi realizada.
O “cazuza”, tomou conta da nossa mocidade.
Experimentamos o medo e a ansiedade.
Beijei, dancei e pulei.
Sonhei com a possibilidade de nunca mais volta. Será?
Vai um baseado? Não, não obrigada ainda tomo cerveja.
No palco, ele que embalou todas as canções. Charme, simpatia e rebolado. Surtei! Queria ver mais perto. Aquele que continua habitando o meu coração estava ao meu lado. Lindo, companheiro, amante e festeiro.
Não demorou muito e estávamos lá todos na grande ciranda, ao som do Banga.
Amigos são sempre o q há. A Bahia agora é Rio.
Bem vinda vida, bem vindo doce luar, espero que um dia eu não precise voltar.
De repente fico rindo ato sem saber por q? Salve Rôrô, senti vc tão pertinho

domingo, 4 de maio de 2008

Atendendo a pedidos...

Eu e eu mesma.
Fazer uma ficha técnica é bem simples, mas falar singularmente de Luluzinha...
Aí que está o problema, mas acho q isso pode facilitar o convívio.
Mistura de paixão e medo, amor e uma pitadinha de insegurança. Pitadinha pra mim, mas pra quem me conhece muito bem, sabem que é total.
Luluzinha é uma criação nova, pois no fundo todos a conhecem como Luiza mesmo. Dizem que é um ser meigo, doce e puro, mas há controvérsias.
No fundo bem no fundo Luiza não é nada meiga. É sim a racionalidade em pessoa, a transição do real com imaginário.
O sonho já deixou de ser uma constante, agora o mundo da possibilidade é outro.
Preciso saber inglês, preciso saber o que eu não sei.
Eu tenho pressa tanta coisa me interessa, mas nada tanto assim. Já cansei de fazer escolhas, já enxerguei o vazio do fundo da garrafa vazia de água e agora me resta o ultimo gole, ultimo pra mim que ainda sou uma menina na arte de saborear o licor escondido.
Aprecio o que tem de melhor na vida, que é o sabor dos alimentos. Comer é quase sempre a melhor opção dos fins de semana. Como, como e me arrependo, o peso era uma preocupação, hoje, sabe-se lá por q permaneço no estado de inércia.
Apaixonadíssima por todos e por mais alguns.
Baby ser divino, Mario uma criança que aprendeu a se virar sozinho, mas com muita ajuda divina, Irmão, dispensa comentários, avós geniais com suas particularidades e o Amadinho, esse que é sinônimo do sonho, do irreal e do que ainda estar por vir, talvez seja a minha maior surpresa em vida.
Eu me descubro em outras...
Essa tarefa é muito abstrusa!